ΦΥΣΙΣ: ΟΙ ΑΝΘΡΟΠΟΙ ΕΝ ΤΩ ΚΟΣΜΩ

Φúσις: Οἱ Ἄνϑωποι ἐν τῷ Κόσμῳ – Natureza: Os homens no Cosmo

Aja como se já acreditasse – diálogo com Pascal, Lacan e Althusser

Fonte: Aja como se já acreditasse – diálogo com Pascal, Lacan e Althusser

 

É por isto que o individualismo e não este falso individualismo liberal ou neoliberal <<tanto faz, pois em ambos a prostituição ao crédito é mandatório>> dos dias de hoje é sempre superior às massificações ideológicas tanto de esquerda quanto de direita; o domínio de si, a superação de si, a auto-avaliação e reavaliação de velhos valores e a instauração, talvez, de novos valores, o aperfeiçoamento de conhecimentos e técnicas ambicionadas, o aperfeiçoamento de vossas habilidades e artes – isto sim! – que é veraz e ‘real’. Ainda mais no seio de uma família, o diálogo, o ponderamento e actividade mais recta é o diálogo e a não-reactividade contra às diferenças: – Afinal, o lar seria melhor se fosse o seio do amor e não da inimizade, não da coação, da injuria moral e física!

A pós-graduação faliu no Brasil

Depois desta não resta muito o que retirar

… Teve um neste post do WordPress que teve a estúpida audácia de dizer que quase toda a pesquisa no Canadá é feita por empresas privadas, ou iniciativa privada; sendo que a esmagadora maioria do pesquisadores com pós-graduação formam-se em universidades públicas e considerando que as universidades públicas focam-se em ensino e pesquisa! Mesmo que fosse o caso que a pesquisa privada seja relevante – e parcial [várias vezes] e poucas vezes não-parcial no caso da primeira que citarei, como no caso da farmacêutica, às vezes medicina entre outras áreas – isto é indiferente, pois lá quase toda a educação é pública: são cerca de oitenta universidades públicas com a maioria dos pós-graduados contra treze universidades privadas com pouquíssimos pós-graduados! Quem fala isto só pode ser teimoso, ou um burguês mal informado esperançoso no liberalismo!

A pós-graduação faliu no Brasil.

Φύσις: Λόγος καὶ Επιστήμη – Natureza: Linguagem e Ciência

Φύσις: Λόγος καὶ Επιστήμη – Natureza: Linguagem e Ciência

…Antes de tudo, todos os tópicos aqui discutidos neste blog serão tocados e inspirados em filosofia, em especial a minha. Tenho uma visão abrangente e ampla do significado de arte, e penso que todas as áreas do conhecimento são manifestações artísticas: ora aproximadamente exactas, ora tendendo à ambiguidade. Das exactas dizem que são científicas ou ciências, porém penso que todas elas principiam-se no Cosmo. Das quais através de um contingente de homens são derivadas as metrificações de suas linguagens engendradas – não penso, também, que sejam “artificiais” – a partir das linguagens naturais das quais são doutas de ambiguidades e ditas, por alguns, “imprecisas”. Não obstante, as linguagens naturais estruturam a επιστήμη que liga socialmente grupos de falantes a objectivar a possibilidade de criarem-se linguagens metrificadas e não-ambíguas, sendo assim, estas que são engendradas a posteriori, o são, a partir das linguagens ‘sócio-comunicativas’. Que, por conseguinte, todas as criações fenomênicas são naturais, pois tudo aquilo que surge só pode ser natural e concordante com as medidas do mesmo Cosmo que habita. Assim sendo, tal qual feixes de elementos não poderiam ser estranhos à malha estrutural que ali estejam sendo, conquanto, igualmente, concomitantes às infinitas outras unidades de elementos no mesmo Cosmo; conseqüentemente, seria um absurdo afirmar que minha medida e constituição fenomênica é estranha à medida de outros elementos… Se as linguagens, todas elas, são frutos de hominídeos e outros animais, animais que tendem a ser bípedes e falantes, ou dotados de estruturas orgânicas capacitantes a pensar além de meras respostas a movimentos estimulantes – capazes de simbologia -, então, todo artifício é, no fundo, uma criação natural. Assim sendo, poder-se-ia dizer da palavra latina “artifex”, ‘artista’ e “artificialis”, ‘o que pertence à arte’, ou seja, uma ‘criação’ de mãos naturais, obra de uma ‘criatura’. Mas se επιστήμη, ou scientia, significa um agregado de conhecimento com sempre alguma regulatividade sobre seus significados estruturais e, se toda obra de uma arte é conhecida à perfeição pelo seu criador – ou ao máximo que a perspectiva da criatura inventora permite – então, ‘ciência é arte’

Φύσις: Λόγος καὶ Επιστήμη – Nature: Language and Science

…First of all, all the topics discussed here on this blog will be touched and inspired by philosophy, especially mine. I have a broad and comprehensive view of the meaning of art, and I think all areas of knowledge are artistic manifestations: sometimes roughly accurate, sometimes tending to ambiguity. The sciences are said “exact” knowledge, but I think they all come forth and begin in the Cosmos. From which a number of men derive their “exact” languages engendered from natural languages ​​which are spoken with semantic ambiguities and considered by some as “inaccurate” – I do not think, too, that they are “artificial” -. However, the natural languages ​​structure the επιστήμη that socially connects groups of speakers to objectify the possibility of creating metrical – well-structured – and non-ambiguous languages​​, so that they are engendered a posteriori from ‘socio-communicative’ languages​. Therefore, that all phenomenal creations are natural, because everything becomes naturally and can only be consistent with the measures of the Cosmos that abides. Thus, like beams of elements could not be strangers to the structural mesh that they are being, while also within, and equally, the infinite elements of other units in the same Cosmos; therefore, it would be absurd to claim that my measure and phenomenal constitution is foreign to the measure of other elements… If the languages, all of them, are the result of hominids and other animals, which tend to be bipedal and speakers, or having organic structures enabling them to think beyond mere responses to stimulant movements – capable of symbology – then, every creation is, by definition, a natural creation. Therefore, it may be said from the Latin word “artifex”, ‘artist’ and “artificialis”, ‘what belongs to art’, i.e. a ‘creation’ from natural hands, the work of a ‘creature’. But, if επιστήμη, or scientia, means an aggregate of knowledge always with some regulation on its structural meanings and, if every work of art is known to perfection by its creator – or to the maximum that that perspective of the creature allows the inventor to – then, ‘science is art’…

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